Turismo em Salto


Além da cascata do Rio Tietê, que dá nome à cidade, e que fica no centro, há vários outros pontos turísticos em Salto. O site da Prefeitura Municipal indica os seguintes pontos turísticos da cidade:

"São muitos os atrativos turísticos de natureza histórica, artística, religiosa e paisagística da Estância Turística de Salto. Confira:

MUSEU DA CIDADE DE SALTO (Rua José Galvão, 104 - Centro - CEP:13.320-000 - Fone:4029-3473). É um caminho para se conhecer Salto. Apresenta uma sede, no edifício da antiga Sociedade Italiana à Rua José Galvão, 104, e núcleos externos no Parque das Lavras e Parque Rocha Moutonnée e vários pontos de referência (a fábrica de tecidos, o escorregador do antigo Clube de Regatas, a Ponte Pênsil, a Igreja de Nossa Senhora do Monte Serrat, a escola Tancredo do Amaral, o prédio da antiga Estação Ferroviária, as casas da Vila Operária e a queda d'água do rio Tietê). Através dessa estrutura, que se espalha fisicamente por toda a cidade, passado e presente articulados vão se revelando ao visitante e ao próprio saltense. É um Museu-percurso que evidencia e valoriza a cidade industrial, sua história e o ambiente natural no qual ela se implantou. O Museu é propriedade municipal e a visitação é gratuita. Funciona de quarta a sexta-feira, das 9h às 17h. Aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h. ENTRADA FRANCA.

PARQUE ROCHA MOUTONNÉE (Localizado entre as rodovias da Convenção/SP-79 e do Açucar/SP-79). A Rocha Moutonnée é um granito róseo de idade estimada cientificamente em 500 milhões de anos. Cientistas e pesquisadores estudam-na desde sua descoberta em 1946, pelo geólogo Marger Gutmans do Instituto Agronômico de Campinas. O nome Moutonnée é internacionalmente atribuído ao tipo de rocha que possui formato arredondado, lembrando um carneiro deitado (moutonnée no francês, significa carneiro; moutonnée: acarneirado). Na superfície da Rocha são encontradas estrias e arranhaduras produzidas, durante a glaciação, pela movimentação das geleiras que com dezenas de quilômetros de extensão e espessura arrastavam e trituravam todo o material que representasse obstáculo ao seu deslocamento. Conforme teorizam os cientistas, nesse período uma imensa massa de gelo cobria todo atual leste do Estado de São Paulo, deslocando-se de sudeste para noroeste. As arranhaduras e estrias, produzidas durante a glaciação na era paleozóica (há 270 milhões de anos), são visíveis em sua superfície, comprovando este fenômeno da natureza e preservando seu valor geo-histórico. Além deste exemplar há um único no mundo com características semelhantes localizado na Austrália, que recebe o nome de Glacier Rock. Eles contribuíram de forma decisiva para a reconstrução da geografia do passado, sendo provas concretas de que um dia, há aproximadamente 300 milhões de anos, a América do Sul, África, Austrália, Antártida e Índia formavam um único continente: o Gondwana. O PARQUE ROCHA MOUTONNÉE, com 43.338 metros quadrados de área, é o primeiro parque ecológico e geo-histórico do continente, e conta com completa estrutura para o estudo e para o lazer: um lago natural, quiosques, bancos, mesas, estacionamento, play-ground, painéis informativos e arborização planejada. O espaço é de propriedade do Município. ENTRADA GRATUITA.

PARQUE DAS LAVRAS (Localizado no Jardim Itaguaçu, a 2 Km do centro da cidade, próximo ao Monumento à Padroeira do Município). Lavras foi a segunda Usina Hidrelétrica construída no leito do rio Tietê. Inserida no processo de modernização do Estado de São Paulo, Lavras oferece uma leitura da época em que foi construída. A racionalidade e a simplicidade determinam a utilização do granito rosa, abundante na região. Apesar dessa estética não intencional, o resultado é um belo conjunto. Inaugurada em 1906 pela Cia Ituana de Força e Luz, a Usina das Lavras atendia, num primeiro momento, a cidade de Itu e alguns pontos da zona rural. Um ano e meio mais tarde, era a vez de Salto usufruir da eletricidade gerada por ela. Em 1929, Lavras foi vitimada por uma grande inundação e ficou paralisada por sete anos devido aos defeitos causados nos equipamentos. Quando voltou a operar, funcionou como unidade complementar da Usina de Porto Goes durante vinte anos. Cerca de quarenta anos depois de desativada a Usina, toda a área foi revitalizada através da implantação do PARQUE DAS LAVRAS, que inclui o conjunto de edificações, recuperado e com destinação cultural, além de extensa área verde, dedicada ao lazer e à educação ambiental. O PARQUE DAS LAVRAS, com cerca de 140 mil metros quadrados de área, compõe um dos núcleos externos do Museu da Cidade de Salto, devolvendo à cidade um pouco mais de sua memória histórica e paisagística, além de manter a concepção contemporânea de lazer e meio ambiente, dando sua parcela de concreta contribuição para a recuperação da vida do rio Tietê. Entre os mais interessantes equipamentos construídos no Parque estão um orquidário, onde estão permanentemente expostas à visitação centenas de orquídeas; um relógio solar, inspirado no antigo instrumento utilizado pelos egípcios para marcar o tempo; um play-ground; mirantes sobre grandes rochas; lago artificial; cachoeiras e quiosques. O PARQUE DAS LAVRAS é aberto de terça a domingo, das 8h às 18h, e está localizado no Jardim Itaguaçu, a 2 Km do centro da cidade, próximo ao Monumento à Padroeira do Município. O local é propriedade da Prefeitura e a entrada é franca.

PONTE PÊNSIL (Praça Deputado "Archimedes Lammoglia" - Jardim Tropical - Centro). Foi construída em 1913 para possibilitar o acesso de pescadores ao antigo "Porto das Canoas". Foi interditada em 1981 devido ao seu precário estado de conservação. Em 1989, após passar por completa reforma, a Ponte foi reaberta e constitui atrativo turístico especialmente por possibilitar bela vista do rio Tietê. O local é propriedade do Município e o acesso dos turistas é gratuito.

MONUMENTO À PADROEIRA (Praça João Paulo II, s/nº - Jardim Itaguaçu). Com 38 metros de altura em concreto armado, o MONUMENTO À PADROEIRA, foi edificado em homenagem a Nossa Senhora do Monte Serrat. Por meio de escadarias internas é possível atingir o topo do Monumento, de onde se tem uma bela visão da cidade. No interior da imagem há uma lanchonete e uma capela.

PRAÇA DEPUTADO "ARCHIMEDES LAMMOGLIA": Localizada próxima à entrada da cidade, onde se encontram a Concha Acústica, a Ilha dos Amores e a Queda d'água.

CONVÍVIO D. PEDRO II: Agradável passeio público de 1.040 m de extensão e 10,5 m de largura, com bancos, árvores e floreiras. Constitui-se no ponto de encontro de pessoas de todas as idades, localizado bem no centro da cidade.

PARQUE DO LAGO: Com área de 214.000 metros quadrados, sendo que 75.100 metros quadrados são ocupados por um lago natural e localizado também as margens do rio Tietê, com entrada pela SP-75 e Rodovia do Açucar, no Distrito Industrial, próximo a Rotatória no entroncamento da Rodovia do Açucar com a Rodovia Santos Dumont, o PARQUE DO LAGO tem como característica principal a prática de esportes ao ar livre, lazer e preservação da flora e fauna típicas. O Parque apresenta pista de cooper, ciclovia, pista de aeromodelismo, quadras, plataforma do lago, deck panorâmico, ducha, play-ground, além de estacionamento e lanchonete.

IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO MONTE SERRAT (Praça Antonio Vieira Tavares - Centro). Construída em 1936, ocupa o lugar onde existia a capela de 1698, que foi edificada pelo Capitão Antonio Vieira Tavares, dando origem à cidade de Salto. Pertence a Cúria Metropolitana.

PRAÇA XV DE NOVEMBRO: Local público, com 8.000 metros quadrados, jardim, bancos, iluminação a vapor de sódio. No centro da praça existe uma fonte luminosa. A Praça XV de Novembro é um ponto de encontro de pessoas de todas as idades. Lá são realizadas feiras de artesanato e espetáculos ao ar livre.

PRAÇA ANTONIO VIEIRA TAVARES: Local público com 5.000 metros quadrados, arborização, floreiras, bancos e um coreto, que é utilizado para apresentações das duas bandas musicais da cidade."

[Retirado de http://www.salto.sp.gov.br/turismo.asp]


Página atualizada pela última vez em: 26/07/2006